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segunda-feira, julho 26, 2010


SOS cabelos

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cabelos


inverno tá firme e forte e, por isso, não devemos nos esquecer de alguns cuidados em nosso corpo. Você sabia que, devido às baixas temperaturas, começamos a tomar banho mais quente e isso retira toda a oleosidade do nosso cabelo, dando um aspecto ressecado ou até produzindo óleo em excesso? O ideal é sempre lavar com água morna!

Evite, também, ficar com os cabelos molhados no frio. Nesta hora, o ideal é abusar do secador! Apesar do ar quente ressecar um pouco os fios, é melhor do que você pegar uma gripe, né? A dica é: para evitar o ressecamento, você pode aplicar um protetor térmico antes de usar o secador e a chapinha, se for o caso.
Para revitalizar os danos dos cabelos, faça uma hidratação a cada quinze dias nos fios. Caso você aplique alguma química, como escova progressiva ou tintura, a hidratação deve ser profunda - que tal ir ao cabeleireiro? Esses processos complexos, quando realizados em salões de beleza, são sempre mais eficazes!
Seguindo essas dicas, seus cabelos ficarão sempre lindos e hidratados! É só um pouquinho de tempo para se cuidar e arrasar!

segunda-feira, junho 14, 2010


Nostalgia;

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Fonte :
http://howitshouldbe-gabs.blogspot.com/
 e recomendo a vocês queridas leitoras do blog, a dar uma participadinha la.
enfim.
(Que tal refletir?)
 
Nostalgia
Eu sou da época

Em que mulheres gostavam apenas de homens, e homens gostavam apenas de mulheres.
Em que bafo era um modo de bater figurinhas e não de falar que tem fofocas.
Em que bonde era meio de transporte, não nome pra bandas.
Em que no fim do arco-íris tinha um baú com ouro, e não a banda Cine.
Em que as pessoas idolatravam ídolos do cinema, da música, da tv, não da capricho.
Em que pediam-se carteira de identidade para comprar bebida alcólica, hoje eles oferecem para criança.
Em que fruta era um alimento, não um nome de mulher.
Em que as pessoas tinham nomes artísticos melhores do que Pe lu e Pe lanza.
Em que banda internacional era o guns n' roses, não jonas brothers.
Em que Colírio era só algo que se colocava nos olhos pra aliviar dor.
Em que pra ter uma banda era preciso no mínimo um pouco de talento.
Em que para ser presidente eram necessários 10 dedos e um mínimo de alfabetização.
Em que aos 10 anos tinha gente perdendo os dentes de leite, não a virgindade.
Em que Dourado era apenas um peixe de aquário.
Sinhá moça não ia pros TT's.
Meninas tinham diário e não twitter.
Em que era proibido mexer no bichinho virtual na sala, hoje é proibido mexer no iPhone.
Em que se algum menino usasse calça rosa colada, era chamado de gay.
Em que músicas como rebolation não faziam sucesso.
Em que se fazia um trabalho na escola que a gente plantava um feijão no copinho e ficava esperando ele brotar.
Em que as pessoas falavam as coisas na cara uma da outra, não covardemente por msn.
Em que se assistia Castelo Ratimbum.
Em que se passava o intervalo na escola batendo tazzo.
Em que virava-se a noite jogando super mario world .
Do fantástico mundo de bob, corrida maluca, bananas de pijamas, canudinhos com bolinhas de açúcar, bom dia & cia, spice girls, planeta xuxa, danoninho, sucrilhos, toddynho, yakult, amarelinha, turma da mônica, power rangers, mamonas assassinas, com quem será, lego, tetris, sandy e junior, eliana, revista recreio, passa ou repassa, pistas de blue, kenan & kell, disney club, chiquititas, ursinhos carinhosos, nescau ceral, pokemon, digimon, bambuluá, pac-man, tartarugas ninjas, tamagoochi, mickey, barbie, susi, pateta e max, klb, o diário de daniela, amigos para sempre, tom & jerry, "senta que lá vem história", negativos de fotos, hora do recreio, kinder ovo, estalinhos, reais de brinquedo, bolhas de sabão no pote, ioiô, chiclete com anel, dinheiro de chocolate, pirocóptero, geleca, macarena, bolas de plástico, bambolê, sabrina aprendiz de feiticeira, foffys, doug, tortuguita, chaves, chapolin, caverna do dragão, gibis, castelo rá-tim-bum, sítio do pica-pau amarelo, pica-pau, popey, cocoricó.. nostalgia!

terça-feira, abril 20, 2010


Truques e Dicas para manter seu cabelo perfeito!

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http://www.belezapura.org/wp-content/uploads/2009/08/cabelos-lindo.jpg
Quem tem cabelo liso dava tudo para uns caracóis perfeitos e quem tem cabelos ondulados trocava-os, num instante, por uma cabeleireira imaculadamente esticada. Se não podemos mudar o que a genética nos deu, há que tratar bem o que temos, para um cabelo de fazer virar cabeças (mesmo nos “bad hair days”) … isso sim está ao alcance de todas!
Anos e anos de cuidados e alguns descuidos capilares diários – secador, alisador, produtos menos bons, sol, piscina, má alimentação, stress – acabam por cansar os fios da nossa cabeça. Tome nota destas dicas para um cabelo fabuloso

  • O seu cabelo é aquilo que você come! Não sabia? Uma alimentação fraca reflecte-se da pior maneira no cabelo, ou melhor, não se reflecte, retirando-lhe aquele brilho luminoso que hoje parece só existir nas cabeças das adolescentes! Se não comer saudavelmente, o cabelo não cresce e, claro, começa a entupir o ralo do chuveiro – tem a sua lógica não tem?! Comece por tomar sempre o pequeno-almoço, não salte refeições, siga uma dieta baixa em gorduras, use e abuse dos legumes e fruta para garantir a ingestão correcta de vitamina B, zinco e proteínas – o seu cabelo agradece!
  • Se tiver cabelo fino, manter um corte corto é a sua melhor opção, porque vai disfarçar os poucos fios que tem na cabeça! Um cabelo pela cintura só vai acentuar esse “problema”, ao contrário de um corte pelo menos pelos ombros e um pouco escalado, que vai emprestar mais volume e movimento ao seu penteado. Pode ainda experimentar alguns dos muitos produtos que existem no mercado para engrossar cabelo.
  • Se gosta de andar com o cabelo apanhado, tenha cuidado com os elásticos que escolhe para prender o seu rabo-de-cavalo ou chignon. Não devem apertar demasiado para não forçar e quebrar a linha de cabelo. Se prender o cabelo dois ou mais dias seguidos, nunca o faça no mesmo sítio, mas sim uns milímetros para a esquerda ou direita para não sobrecarregar sempre os mesmos fios de cabelo. O mesmo aplica-se ao uso frequente de ganchos, que também podem “partir” centenas de cabelos de uma só vez.
  • Lavar o cabelo todos os dias não é um problema, o problema está nos produtos que utiliza para fazer isso! Antes de mais, cada vez que lavar o cabelo (principalmente se for diariamente) aplique um amaciador para não o desidratar. Em segundo lugar, procure produtos que sejam fortificantes (ninguém gosta de ver cabelos espalhados por toda a casa!), que potenciam o brilho natural do seu cabelo e que reparam as pontas (existem sérums específicos para ambos os casos).
  • Quando lava o cabelo, não o acumule todo no topo da cabeça (é a forma mais fácil de criar nós!), esfregando freneticamente – vai danificar a cutícula e eliminar grandes quantidades de queratina (o componente principal do nosso cabelo, aquilo que lhe confere elasticidade e vida!). Aplique a maior força nas raízes, utilizando movimentos suaves para o comprimento do cabelo que, no fundo, só precisa que deslize os seus dedos por ele, aproveitando a espuma feita no couro cabeludo. A água sozinha encarrega-se de eliminar grande parte dos resíduos de gel, mousse, cera ou laca.
  • As lavagens devem ser feitas com água morna e nunca muito quente, para não desidratar o cabelo e o couro cabeludo. Se possível, faça a última passagem com água fria – um desafio para as mais corajosas! Não seque o cabelo com a toalha, friccionando impacientemente. Antes, passe a toalha pela cabeça, pressionando-a suavemente nas suas diferentes zonas para um enxaguamento mais delicado. Se secar ao natural, tanto melhor… mas se tiver de recorrer ao secador tente usá-lo nas temperaturas mais baixas.
  • Um tratamento semanal com uma máscara capilar faz maravilhas a qualquer cabeça de caracóis, ondas ou de cabelos lisos. Dez a quinze minutos (de preferência com o cabelo enrolado numa toalha quentinha!) é o tempo de aplicação ideal, sendo que depois disso este género de produto deixa de surtir qualquer efeito.
  • Com a idade também a nossa cabeleira vai perdendo a vitalidade de outros tempos, mas não tem de ser assim! Situações difíceis requerem medidas drásticas? Não, precisam de cuidado redobrados, ou seja, muito completos. Um cabelo “mais velho” já não se contenta apenas com a dupla champô/amaciador, mas requer sim uma gama mais alargada de produtos, especificamente voltado para as suas necessidades capilares. Nesta parte do corpo, não tem de se preocupar com rugas, mas sim com cabelo seco, baço e fraco – sinais de envelhecimento que se querem transformados em sinais de beleza!
  • Em média, temos cerca de 120 a 150 mil fios de cabelo na cabeça, cada um com uma esperança de vida de 5 a 6 anos, ou seja, há que tratá-los com o merecido respeito. Escovar o cabelo 100 vezes por dia pode parecer uma coisa de tempos passados, mas a verdade é que um bom brushing, com uma escova de cerda pura, espalha os seus óleos naturais por toda a cabeleira, conferindo-lhe um brilho invejável. Já os mesmos gestos não se aplicam ao cabelo molhado, que deve ser desembaraçado fio por fio, com recurso a um bom pente de dentes largos.
  • Recomenda-se a substituição de todos os seus produtos capilares duas vezes por ano para não “criar habituação” e também porque a mudança de Verão para Inverno requer uma maior hidratação. Assim também pode ir experimentando as novidades do mercado e, sabe-se lá, descobrir o produto milagroso que procura toda a vida!
  • As visitas à rainha dos cabelos (também conhecida como a sua cabeleireira!) devem ocorrer cada quatro a seis semanas para manter o seu corte impecável e eliminar pontas espigadas.
  • Os factores ambientais também fazem a diferença entre aquelas que têm um cabelo de “estrela de Hollywood” ou “de gata borralheira”. A exposição solar, aliada a muito tempo de praia e piscina, prejudicam a pele, mas também o cabelo, ressequindo e enfraquecendo cutículas, raízes e pontas. A solução é proteger o cabelo da mesma forma que faz o resto do corpo – com produtos que contenham um factor de protecção solar elevado, champôs com filtro solar e os chamados leave-in, que, tal como o próprio nome indica, deixam-se no cabelo para uma protecção máxima na hora de estender a toalha ao sol e mergulhar no mar

domingo, abril 04, 2010


coisinhas Betty Boop

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OOOi meninas...
trouxe hoje lindas bolsas da betty boop... uma mais cute que a outra,
e quem quisér comprar alguma delas ,estão disponiveis no mercadolivre.com.br & no loja demo
e tambem tem muitos acessórios dessa mocinha Alem de bolsas tem :
carteiras,teclados,mouse,malas,celular & perfume .Vamos dar uma conferidinha!




tudo muito lindo vale a pena conferir!

segunda-feira, março 29, 2010


Colírio de Hoje - Paolo Schwindt

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Carinha de Bebê e Olhar que seduz .

Ele é loirinho, narizinho fofo e muuuito gato: é o Paolo, 15 anos, de São Paulo. Quem gostou, gritaaaaa.

O Paolo tem um rostinho total baby, mas pinta de adulto…de baby não tem nada, não é meninas?

Você quer levar pra casa? Anote aí a fórmula: “tem que ser engraçada, gostos parecidos com o meu e que me chame a atenção”, diz o gato. #Ficadica para você começar um curso de comédia stand up a partir de amanhã, hein?


Em momento paparazzi, ao celular. E quem será que tirou essa foto tão pertinho?! Hmmm


lha essa carinha de fofucho? Seduziu total!

Além de ter uma banda, que você pode conferir aqui, o colírio adora punk rock e hard rock – principalmente (anota aí) as bandas: Blink 182, Red Hot Chili Peppers e Paramore.

Ficou apaixonada? Passou mal? Então add ele no Orkut e no Twitter!

quarta-feira, março 24, 2010


•Tendências De Botas Femininas Para O Inverno•

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Os modelos mais usados em 2010 vão ser: Botas country, botas de cano alto, botas militares, galochas, over knees e botas de cano curto.

Confira abaixo fotos de botas para o inverno 2010:
BotasFemininas2010 Botas Femininas 2010

As botas femininas 2010 prometem fazer a diferença no mercado, isso porque elas se apresentam em diferentes modelos e causarão impacto no próximo ano. Os calçados combinam conforto e elegância ao mesmo tempo e prometem manter tendências do inverno 2009.

O estilo country promete fazer a cabeça das mulheres, assim as botas de cano alto ainda estarão presentes nas vitrines das lojas em 2010. Todos os gostos poderão ser correspondidos e o próximo inverno será tão sofisticado quanto o atual.

Modelos de botas femininas para serem usados em 2010



BotasFemininas20101 Botas Femininas 2010

- Botas ankle boots: caracterizada pelo cano baixo e o salto fino, esse modelo se tornou uma verdadeira febre. A variedade de formatos faz desse calçado atraente e original, por isso não deixe de conhecer o que marcas como Arezzo, Vizzano e Piccadilly tem a oferece.

BotasFemininas20102 Botas Femininas 2010

- Botas Galochas: coloridas e feitas de plástico, o uso é recomendado para os dias de chuva. As estampas marcam presença no modelo e proporcionam um descontraído ao figurino da mulher.

BotasFemininas20103 Botas Femininas 2010

- Botas militares: semelhante ao coturno, tem um formato agradável e capas de oferecer conforto aos pés. Algumas mulher consideram esse modelo rústico, mas ele tem sido muito comercializado nas lojas.(Eu particularmente não usaria essa) :s

BotasFemininas20104 Botas Femininas 2010

- Botas over knees: esse modelo proporciona maior elegância ao look feminino, feito de camurça e ajustando o seu cano acima do joelho, pode ser combinada com calça jeans skinny ou vestidos curtos.

BotasFemininas20105 Botas Femininas 2010

- Botas folk boots: irreverente, esse modelo costuma ser confeccionado a partir de couro ou camurça. O seu formato inclui detalhes como franjas e fivelas, resgatando características típicas do estilo cowboy.

segunda-feira, março 22, 2010


Colírio de Hoje - Gustavo Garra

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Gustavo Garra, 20, é um anjo de piercing


Loiro, olhos azuis, cara de anjo e…muito piercings e tatoos! É o gatíssimo Gustavo Garra, nosso colírio de hoje!

Que olhar de perdido…eu querooo

Quer fazer média com esse lindo que tem três piercings e uma big tattoo? Então você vai ter que virar palmeirense! O Gu é fanático pelo verdão, e também curte fazer um biquinho para super conquistar a gente.











O Gustavo ama blusas com gola em V, que dá para ver tudo e nada ao mesmo tempo…Sem blusa, deu pra perceber que é melhor ainda! E o que é essa tatoo? Gente, que mara.


Apesar da cara de cuti-cuti, ele já tem 20 anos e trabalha. Responsável, viu?

E, agora, o que realmente importa: ele está solteiro ;x. Mas, se você quer conquistar o coração desse lindinho, prepare-se: ele odeia meninas ciumentas! O Gu curte mesmo garotas fiéis, que estejam com ele nas horas boas e ruins. E vai ter tempo ruim com esses olhos de anjo perdido? Adorooo

O colírio é de Sampa, curte a dupla Hugo Pena & Gabriel, mas se diz bem eclético no assunto música. Só não vai pagar o mico de tocar rock pauleira, que ele não curte, viu?

eu para ver como é chegadíssimo em um biquinho fofo, né?

aquii Orkut dele ..e seu Twitter

Novooo! Assunto Da semana!

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Meeniinas!!!

tem um novo quadro do blog, e vocês iram adorar é o (gato da semana)
colírio para seus Olhos !
toda semana irei colocar um gato!
e tudo sobre ele e se quisérem saber mais sobre ele, vai ser colocado o Link dele do Orkut e Twitter!

Já estão empolgadas?hauhueuhUHUE

Comeeçando Hoje Ja!

Beijinhoos cm gloss! *-*

quinta-feira, março 18, 2010


A cantada

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(crônica do livro papo de garotas)


Era uma noite de inverno, fria e úmida em San Diego. Eu estava no dormitório da Universidade, com o saco cheio de tudo! Sabe aqueles dias em que a gen¬te não agüenta mais ficar dentro do quarto, pensando na própria vida, mas também não consegue se concen¬trar num livro, numa revista? Pois é! Eu já tinha estuda¬do o que tinha para estudar, feito tudo o tinha para fazer. E agora? Pensava eu, no meu canto. Foi me dan¬do uma vontade imensa de sair dali, de ir para a rua, ver outras caras. Simplesmente andar, olhar ao redor e ver a vida. Queria fazer como um espectador de um filme no cinema, que se envolve, se emociona, sente as coisas, mas na verdade não precisa fazer nada, além de ficar ali, sentado.
Então, catei uma jaqueta e saí do dormitório. Quan¬do cheguei lá fora, vi que estava garoando, uma chuvinha fina, capaz de deixar qualquer um encharcado. Andei uma quadra e resolvi pegar um ônibus. De noi¬te, os ônibus por lá iam sempre vazios. Entrei e, quan¬do estava pagando a passagem, me dei conta de que nem havia visto para onde ele ia. Olhei para o motoris¬ta e perguntei para onde ele estava indo. Rindo, ele me respondeu: "Hillcrest, garota!". Agradeci e sentei na terceira cadeira perto da porta.
Havia apenas uns três passageiros lá no fundo e uma garota sentada atrás do motorista, no segundo assento, quase ao meu lado. Mas ela olhava pela janela e eu não pude ver seu rosto. Encostei minha testa no vidro, gelado, e também fiquei observando a noite, ali, de camarote. Hillcrest, o bairro para onde íamos, era um lugar bem movimentado, cheio de bares, cafés e restaurantes aconchegantes. Eu já havia ido lá uma vez e me lembrava desse lugar alegre, freqüentado por in¬telectuais e gays.
O ônibus deu uma parada e uma senhora entrou e foi sentar lá no fundo. Ao passar por mim, notei que a garota da outra fileira me observava. Mas, quando olhei de volta, ela desviou o olhar. Vi eme tinha lincios cabe¬los cacheados, castanhos escuros, num corte reto, dei¬xando a nuca de fora. Do pedaço que pude ver do rosto, notei a pele muito clara, os traços bonitos e so¬brancelhas bem desenhadas, realçando os olhos.
Voltei a olhar pela janela e percebi que já estáva¬mos em Hillcrest. As ruas não estavam tão cheias quanto no verão, mas ainda havia muita vida por lá. O ônibus parou, a tal garota dos cabelos cacheados se levantou e caminhou para a frente. Enquanto esperava a porta abrir, olhou em minha direção e disse séria: "You are very beautiful!". Ela falou com tanto gosto, como se fosse uma cantada apaixonada, que não resisti e olhei para trás. Eu precisava ver quem era o garoto tão boni¬to capaz de chamar tanto a atenção da menina!
Mas não havia ninguém. Me toquei então que a cantada era para mim. Olhei novamente para a porta, mas a garota já havia descido. E, enquanto o ônibus partia, pude vê-la pela janela, parada na garoa, olhan¬do fixamente em minha direção.
Alguma coisa havia acontecido naquela noite. Uma daquelas coisas que nos envolvem, nos emocionam, nos fazem sentir, sem a nossa participação direta, além de ficar ali sentada e assistir! Pronto. Agora eu já podia voltar para o dormitório.

O apartamento

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*crônica do livro papo de garotas*

Olhando o apartamento, assim, pareceu-lhe um cor¬po que havia visto certa vez, sobre uma maça num corredor de um hospital. Estava coberto até a testa por um lençol branco, deixando à mostra somente uma parte dos cabelos grisalhos. Um dos braços pendia para fora, solto no ar. Um corpo vazio, morto, sem alma, com mais nada que lembrasse a última pessoa que ali vivera. Exatamente como aquele apartamento agora: nenhuma cortina, nenhum sofá, tampouco quadros. Somente paredes brancas e vazias,
Ela se sentou no chão da sala. Estava só. E, sem sair dali, fechou os olhos e percorreu todo o apartamento. O quarto, o banheiro, a cozinha, a área de serviço, a sala... Lembrou-se da primeira vez em que o vira, pronto para ser alugado. Assim também sem mobília, porém cheio de sonhos. A vista da janela da frente — para o lago no parque — era maravilhosa. E no começo, ain¬da que só tivessem um colchão no chão, bastava para os dois irem juntos apreciar a vista pela janela da sala, as cores do pôr-do-sol, o alaranjado cor-de-rosa des¬cendo sobre o verde do parque ao som dos pássaros... Eram jovens e estavam apaixonados. Era tudo o que se podia querer.
Com o tempo chegaram os móveis. Um sofá, a cama de casal, um quadro. A cozinha pequena e moderna, mais uma mesa, outra cadeira. Era como ir jogando sementes sobre a terra. Sonhos e mais sonhos. Como uma semente na barriga. Um ninho de amor?
De repente, contudo, as portas começaram a bater. As paredes já não ouviam as doces conversas e risadas e, sim, gritos e discussões. O colchão parecia ter se transformado em pedra. E o lago do parque, quem di¬ria, havia se tornado lamacento e obscuro. As folhas das árvores não mais refletiam o brilho do sol. Secas, caíam. As árvores, nuas. E as sementes, abortadas?
Ela olhou mais uma vez o apartamento vazio. Tudo que ali um dia chegara havia ido embora de novo. Nenhum quadro, nenhum vaso, nenhuma cadeira. Nada. Nada que lembrasse como eram as pessoas que ali mo¬ravam. Exatamente como aquele corpo vazio de alma, morto, na maça do hospital.
E ela se levantou e saiu pela porta da frente, para nunca mais voltar. E, ainda que naquele momento não tivesse mais esperança alguma, alguém saberia por ela que existiriam outras primaveras, outras sementes, ou¬tros sonhos, outros amores. Porque a vida é um ciclo. E continuaria mesmo que longe dali.

Um político no poder

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*cronica do livro papo de garotas*


Clarinha estava sentada na sala, aos 13 anos de ida¬de, prisioneira em sua própria casa. Como se não bas¬tasse, fora proibida de ligar a tevê, de mexer no jornal e até de brincar com seus amigos e vizinhos.
— Seu pai está passando por um momento bastan¬te difícil. Você tem que ter paciência — explicou sua mãe.
— Mas eu não gosto de ir pra escola com aqueles dois seguranças. Fica todo mundo me olhando.
— É necessário.
— O Pedro disse que meu pai é ladrão.
— São problemas da política, minha filha — a mãe deu um suspiro e se levantou, perguntando — "Você não tem lição de casa?"
— Tenho que fazer uma redação — e tratou de pegar rapidinho, na mochila, os livros e cadernos.
Clarinha não era boba, sabia que sua mãe não esta¬va para conversa. Seu pai, então, nem o via. Saía cedo e voltava tarde da noite. Na madrugada anterior, tinha acor¬dado com os dois brigando. Levantou-se da cama de mansinho, abriu uma fresta da porta e foi então que viu seu pai, cie pijamas, saindo pelo corredor. Estava tão diferente, cabisbaixo, com uma expressão pesada no rosto. Nem parecia aquele homem grande, elegante, que três anos atrás fora considerado o herói da cidade. Pro¬pagandas, debates na televisão, homem de fibra. Nin¬guém duvidaria da sua integridade. Era a primeira vez que se envolvia na política e já ganhara as eleições.
No começo, tudo maravilhoso, gente importante fre¬qüentando a sua casa, muitos jantares, eventos... Clarinha era ainda muito pequena para participar de tudo aquilo, mas, entre seus amigos, ser a "filha do Prefeito" era um título e tanto.
No segundo ano, entretanto, começou a ouvir um papo estranho entre os pais.
— Ah, cansei de te pedir: "Não se meta na política, é só sujeira".
— Eu queria ajudar, fazer alguma coisa pela cida¬de. Se pelo menos eu soubesse que era tão difícil...
— Ninguém nesse país pode com essa corrupção. Ou a gente entra na dança, ou não consegue fazer nada.
E, nos últimos meses, deu no que deu, todos esta¬vam contra eles.
Clarinha pegou o caderno de português e abriu na última página: "Um político no poder". Era o título da redação. Sim, parecia que até a professora, os alunos..., a escola inteira estava contra eles! Teve vontade de gritar, chorar, espernear. Rasgar aquele caderno inteirinho e nunca mais pisar na sala de aula. Mas não ia baixar a cabeça; pegou um lápis e escreveu:
Sou um ser vivo, mas não sei se sou humano. Sou grande por fora, mas pequeno por dentro. Sou rico de dinheiro, mas pobre de espírito. Tenho fartura, mas sou carente. Sou visto por todos, mas compreendido por nin¬guém. Dizem que falo, mas o que faço é me calar. Gero infelicidade, mas também sou feliz. Falo por todos, mas não sei expressar minha vontade. Cheguei lã, mas não sei se estou satisfeito. Queria mudar tudo, mas quem mudou fui eu, posso ver e ouvir, mas preferia ser cego e mudo. Sou um e falo por milhões. Me sinto tão sujo, mesquinho e baixo que preferia nem existir.
Um político no poder
E, no dia seguinte, entregou o texto à professora, uma cidadã comum, cansada e enojada com a situação do país. Uma pessoa que, como tantas outras, se sentia totalmente impotente diante de tamanho caos e sujeira que desde o descobrimento tem sido a política brasi¬leira. Mas, ao ler as palavras da menina, teve, por um momento, uma grande esperança. Quem sabe, em bre¬ve a geração de Clarinha pudesse vir a fazer alguma coisa.

O mundo da televisão

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*(crônica do livro papo de garotas)*

Depois de passar horas em frente à televisão, pulando de canal em canal, de programa de auditório para novela, de novela para telejornal, de telejornal para videoclipe, de videoclipe para propaganda, a garota deu um clique final no controle remoto e a tela escureceu. Em uma fração de segundo aquele mundo de cubo animado, colorido e fascinante, havia desapa¬recido.
Silêncio.
Uma sensação de vazio tomou conta da sala. E a garota teve a nítida impressão de que o mundo em que estava era menos real do que dentro da tevê. Lembrou-se de quando era criança e achava que televisão era isso mesmo: um mundo real com minúsculas pessoas vivendo dentro do aparelho. Por que será que agora quem se sentia minúscula era ela?
Solidão.
Clique, ligou a tevê de novo. Som, música, pessoas alegres e sorridentes, palmas, folia. Até a desgraça pa¬recia virar um show. Isso deveria ser triste, muito triste. Mas parece que a gente vai se acostumando, se acostu¬mando... Não! Clique, desligou novamente.
A sala vazia, o chiado do silêncio. O ato de desligar abria um espaço em sua cabeça e era em si mesma que começava a pensar. Seus problemas, sua rotina mecâ¬nica e sem graça, sua vida sem sabor, era isso! A vida na tela tinha sabor. Clique, ligou outra vez.
Ah, as novelas, ainda que tão previsíveis, são a nossa pequena distração do dia-a-dia. Pequena distração? A das 5, das 6, das 7, das 8? Já virou alienação. Clique, desligou.
Também, vai, no meio disso tudo a gente ainda encontra programas bons. Clique, ligou. Se bem que, ultimamente, isso tem sido como procurar um anel de ouro (que se engoliu no dia anterior) nas fezes do dia seguinte. Clique, desligou. Mas o que fazer com esse tempo vazio? Clique, ligou. Nossa, suas costas já esta¬vam doendo de tanto sofá. Clique, desligou. Além do mais, ela nâo era a única. Conhecia muita gente que ligava a tevê assim que chegava em casa, só para não se sentir sozinha. Clique, ligou. E aquilo acrescentava alguma coisa? Clique, desligou.
E dessa vez contou até dez. "Um, dois, três..." e, olhando a tela vazia de repente, se deu conta de que estava olhando para si mesma, era seu reflexo na tela negra. E como doía reconhecer aquele mundo de fora, que em nada se parecia com o de dentro. Como era difícil encarar sua existência tão comum em meio àque¬les padrões de perfeições de olhos de Ana Paula Arósio, de cinturinha de Adriane Galisteu, de rebolado das Sheilas do Tchan, de pernas e bunda da Feiticeira, de peitos da Globeleza... Tudo tão distante. Tudo tão per¬to. Tudo tão verdadeiro e tão falso como todos os "boa-noite" de Fátima Bernardes, a facilidade de Babi pra falar de sexo, as mil e uma receitas de vida feliz de Ana Maria Braga ou o Planeta Xuxa, que não existe em lugar nenhum.
Quem eram aquelas pessoas afinal? E quem era a menina sentada no sofá?
Clique. Ligou a televisão e ficou pensando que da¬ria tudo para entrar naquele aparelho e pertencer àquele mundo, ainda que só por um dia. E de lá de dentro olharia para a menina aqui fora, sentada no sofá. Quem sabe assim gostaria mais dela, se sentiria um pouquinho especial.
O que ela não sabia, entretanto, é que as pessoas, quando ficam minúsculas e vão para a tevê, não en¬xergam nada. Do lado de lá, as pessoas só vêem as câmeras.

A humanidade

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*Crônica do livro papo de garotas *

Deitada de bruços sobre os paralelepípedos, eu sen¬tia muita dor. Mas não era a dor dos tiros que havia levado. Era uma dor de tristeza, de revolta e de amar¬gura. Continuei a ouvir o som das metralhadoras. Elas não parariam enquanto não matassem todos. Afinal, era a guerra.
Um soldado passou ao meu lado. Só pude ver as suas botas sujas de lama, que quase encostaram no meu rosto. Ele me ignorou, supondo que eu já estives¬se morta, e continuou atirando impiedosamente nos outros. Um pequeno e velho caminhão também pas¬sou muito próximo. A princípio tive medo de que suas rodas passassem sobre mim. Depois, indiferente, eu já não sentia o corpo.
De repente, silêncio. As metralhadoras cessaram. O extermínio tinha acabado: todos mortos. Tive ódio e nojo de toda a humanidade. "Do que o ser humano é capaz...", pensei.
Algum tempo depois, chegaram garotos vestindo roupas civis. Passaram por mim e se sentaram num vagão abandonado logo atrás, um soldado veio e per¬guntou a cada um deles para qual país iria. Um garoto disse o nome do meu. Senti saudades. Talvez aquilo tudo fizesse parte de algum programa de guerra.
O soldado se afastou. Um dos garotos, de uns 15 anos talvez, desceu do vagão e veio em minha dire¬ção. Olhei para ele, que, percebendo que eu estava viva, ficou perplexo. Levantei a cabeça com dificulda¬de e pedi:
— Me mate, por favor, me mate!
Como se entendesse meu sofrimento, fez menção de me ajudar. Passou a mão pelo próprio corpo em busca de alguma coisa, mas, como não encontrava, disse desculpando-se:
— Eu não tenho arma.
O soldado, de olho no movimento, aproximou-se. Quando viu, surpreso, que eu estava respirando, sa¬cou o revólver da cintura e apontou em minha direção. Olhei para a arma, tive medo de morrer. Mas tive mais medo ainda de ficar viva.
— Só um ou dois tiros. Atire, por favor, atire!
— Segurem-na! — ele gritou. — Eu quero atirar no peito!
O garoto que me havia descoberto me segurou pe¬los cabelos, molhados de suor e sangue, e puxou mi¬nha cabeça para trás, deixando meu peito à mostra.
— Atire, por favor! — gritei pela última vez, olhan¬do firmemente para o soldado ali parado.
E foi então que aconteceu.
Um outro garoto, que devia ter perto de 6 anos, desceu do vagão e, com o próprio peitinho estufado, colocou-se entre mim e o revólver, deixando o solda¬do assombrado. Ele continuou apontando a arma, só que desta vez frouxamente.
Nesse instante, senti amor. Um amor profundo e enorme por toda a humanidade. "Do que o ser huma¬no é capaz!", pensei.
Fechei os olhos e morri.Abri os olhos, assustada, e acordei de um pesadelo

A menina e o espelho

2
(continuação do livro) PAPO DE GAROTAS



A menina e o espelho


No começo, ela gostava de se admirar. O formato do rosto, o contorno da boca, a cor dos olhos. Era a época das transformações. Os seios crescendo, os pê¬los surgindo, as curvas se acentuando. Toda noite, an¬tes de se deitar, ficava nuazinha e ia para a frente do armário. Talvez por isso tivesse se afeiçoado tanto àque¬le espelho. Era grande, imponente, e ficava do lado de fora da porta, e não escondido do lado de dentro, como a maioria. Era lindo, delicado, e fazia parte da refinada decoração do quarto. Ou será que ela teria se afeiçoa¬do ao próprio reflexo? Era tão bom se ver, se apreciar; quase mágico! E, quando finalmente crescesse, ficasse com corpo de mulher, como seria? Bonita?
Às vezes, gostava de se pintar, prender o cabelo de forma diferente, roubar as roupas da mãe. Em outras, de falar, de gesticular, sorrir. Tudo ficava duplamente interessante diante daquele espelho. Podia até se bei¬jar nos lábios. Um beijo gelado, sim, mas divertido. Ou ainda respirar fundo, abrir bem a boca e soltar um bocado de ar quente. E, com a ponta dos dedos, no pedaço embaçado pelo vapor, desenhar um coração.
Quando estava muito quente, chegava pertinho e ia encostando, devagarinho, rosto com rosto, mão com mão, peito com peito, barriga com barriga. Humm, que refrescante! E também dava para criar histórias. Fazer de conta que lá dentro do espelho havia um outro mundo. Um mundo só dela, onde apenas ela poderia entrar e existir.
Só que o tempo passou. A menina já não era tão menina assim. E tudo aquilo parecia bobo, infantil e até ridículo. Continuava a gostar do espelho. E como. Mas agora ele inspirava outras coisas: questões.
E toda noite, quando se sentava a sua frente, na pe¬numbra da luz do abajur, pensava: "Quem sou eu? De onde venho? Por que existo? Há alguma razão para estar aqui? Por que as coisas acontecem do jeito que aconte¬cem? Até que ponto a gente tem controle sobre nossa vida? E, afinal, o que é vida e para que existe vida?".
Mas o grande espelho, tão companheiro antes, agora parecia se calar. Como alguém que carrega um precio¬so segredo. E o reflexo da menina no espelho era, então, mais reflexivo ainda, pois a fazia refletir sobre o próprio reflexo. Infinita reflexão...
A falta de respostas, mais do que as perguntas, tor¬nou-se insuportável. Até que um dia a pobre menina não agüentou mais. Chegou em casa tarde da noite, esgotada depois de um dia cheio. A única coisa que queria era se jogar na cama, pegar no sono e desligar-se do mundo. Mas, assim que entrou no quarto e acen¬deu a luz, viu o espelho. E ele parecia ainda maior, monstruoso quase, com um aspecto inquisidor, como se cobrasse algo dela. A menina, então, desesperada, pegou o primeiro objeto que lhe veio à mão e atirou-o, com toda a força.
O barulho dos cacos se espatifando no chão soou como uma melodia, enquanto ela olhava para a porta do armário. Agora só restava a madeira, ela estava li¬vre! Foi chegando cada vez mais perto, caminhando por cima dos cacos, fazendo mais barulho com seus sapatos. Passou a mão e o rosto na madeira fosca, que nada refletia, que nada a fazia refletir. Sentiu um imenso alivio. Mas só até o momento em que abaixou os olhos e viu as dezenas de pedaços no chão. Agora já não era mais um espelho, eram vários, refletindo sua imagem e lhe exigindo uma reflexão.

Papo de Garota / Valéria Piassa Polizze

0
Papo de garota
escrevendo no espelho

Quando comecei a escrever meu primeiro livro — Depois daquela viagem* —, eml994, estava fazendo um tratamento de tuberculose renal (uma doença opor¬tunista que tive decorrente da AIDS). Fraca e debilita¬da, quase não podia sair de casa, meus amigos vinham me visitar nos fins de semana. Eu adorava. Fazíamos a maior farra, e eles sempre me cobrando que eu escre¬vesse logo o livro. Mas chegava segunda-feira, cada um tinha que seguir com a sua vida: faculdade, está¬gio, trabalho... E eu ficava sozinha, num tédio total, às vezes com vontade de desistir de tudo.
Numa dessas segundas-feiras, sem vontade de sair da cama, olhando para a estante, certo livro começou a piscar para mim: Feliz Ano Velho, de Marcelo Rubens Paiva. Como todo mundo, eu já o tinha lido na adoles¬cência — conta a história, de um garoto de 19 anos que fica tetraplégico e repensa a sua vida. Tirei o livro da estante e o li todinho novamente. Me dei conta de que eu estava fazendo o mesmo, escrevendo a minha his¬tória e repensando a minha vida. Mas o que me angus¬tiava era não saber se eu teria tempo de acabar e se valeria a pena. O Marcelo também terminava o seu livro dizendo que não sabia se era melhor ele estar vivo ou ter morrido. Aquilo me intrigou. Peguei o tele¬fone, liguei para a minha amiga Priscila, sua fã incon¬dicional.
— E aí, Pri, o que aconteceu com aquele tal de Marcelo?
Ele está superbem. Escreveu outros livros, o Blecaute, o Bala na Agulha... E tem uma coluna às segundas-feiras na Folha de S. Paulo.
Puxa, ele devia estar bem mesmo. E o meu proble¬ma de segunda-feira resolvido. Um jornal atrás da por¬ta que conseguia me tirar da cama. Aquele tal de Mar¬celo, tão distante e ao mesmo tempo tão próximo, aque¬la coluna que falava de tudo: de que a vida podia ser tão complicada a ponto de dar vontade de chorar ou simples de nos fazer rir.
Em 1997, acabei de escrever o meu livro. Publicar e assumir toda a minha história era a questão agora. Ves¬ti minha cara-de-pau e fui atrás do Marcelo. Apareci do nada e pus meu texto em suas mãos.
— Também escrevi um livro autobiográfico, eu disse.
Ele ficou meio sem saber o que dizer, mas na ver¬dade eu só queria perguntar uma coisa:
— Alguma vez você se arrependeu de ter escrito e publicado a sua história em Feliz Ano Velho?
Ele pensou um pouco...
— Não, Valéria, não me arrependi.
Alguns meses depois publiquei meu livro, que foi um sucesso. Por conta disso, fui convidada para ser colunista da revista Atrevida onde pude desenvolver meu trabalho de "escrevente". O próprio Marcelo me orientou quanto aos caminhos que eu deveria percor¬rer e continua me orientando sempre que lhe peço socorro. E hoje sou eu que estou aqui escrevendo esta crônica para ele. Como essa vida é cheia de surpresas. Obrigada por tudo, Marcelo.

* Valéria Piassa Polizzi. Depois daquela viagem. São Paulo, Ática, 1998.
Escrever por prazer

Assim que comecei a escrever, escrevia por prazer. Ainda pequena, com dificuldade em segurar o lápis, ia juntando letra com letra até formar palavras. Ah, e como elas eram divertidas! Pronunciadas, tinham som, lidas e pensadas, produziam imagens. Com o tempo, esse meu jogo foi se expandindo e eu podia montar frases e orações. Estas diziam coisas, passavam mensagens, co¬municavam.
Minha mãe conta que o primeiro bilhete que escre¬vi foi para o meu pai. Nós havíamos brigado e eu fica¬ra de castigo. Injuriada, peguei lápis, papel e escrevi com minhas letrinhas, ainda malformadas, todos os pa¬lavrões que sabia! É óbvio que nenhuma professora me ensinara aquilo. Mas eu já dominava o jogo e, pelo som, sabia fazer nascer as letras, as palavras e... por que não os palavrões?
Quando meu pai pegou o papel, ficou estupefato. Que atrevimento! Mas também, puxa, sua filhinha já estava escrevendo. E que palavrões! A briga acabou ali mesmo. É claro que depois ele me explicou: "Menina bonitinha não deveria escrever coisas tão feias". Que escrevesse então coisas belas!
Daí para frente, não parei mais. Vieram as redações no colégio, e a arte de inventar histórias, descrever os lugares, contar os fatos...
Uma verdadeira viagem!
Nos meus diários, podia guardar as boas lembran¬ças do desgaste do tempo, conversar comigo mesma. Com cartas, chegar mais perto de alguém. Cada pala¬vra um sentido, cada sentido um sentimento. Cada sentimento uma emoção. Ah! Aquilo tudo era uma brinca¬deira infinita!
Depois veio um livro, em que eu ousei falar de coisas até então proibidas. Descobri ali a força das palavras, que, além de criarem, podem derrubar con¬ceitos, libertar e fazer crescer.
"Valéria, você escreve com o coração", me disse uma pessoa um dia. E é verdade. Quando escrevo, vem primeiro a vontade de agradar, de chegar perto, de fazer um carinho tocando com as palavras. Quando escrevo, vejo você, quem quer que seja, esse alguém que lê. E assim, como que por magia, acabamos juntos num lugar sem espaço nem tempo. Pois, ainda que eu estivesse morta, quando você lesse esse texto, se daria a união: escritor e leitor. União no universo mental, o universo de dentro. União no universo de todos nós, o de fora.
A certa altura, começaram a me falar das tais técni¬cas e métodos. "Para ser uma verdadeira escritora, pre¬cisa ralar muito... escrever é 10% inspiração e 90% transpiração...". E então eu passava horas quebrando a minha cabeça para no fim conseguir um parágrafo ape¬nas. E, ainda por cima, duro e seco como uma pedra! Cheguei a pegar textos de autores que gosto, como o conto Herbarium, da Lygia Fagundes Telles, e ler só com o intuito de descobrir a tal da técnica. Mas não dá. Ele é tão envolvente que logo na segunda frase só vejo os personagens, os lugares... E aí não tem mais jeito, sou totalmente levada pela emoção. Depois me descabelo, me desespero, pois nunca consigo a tal da técnica!
Até que um dia uma sábia amiga, percebendo mi¬nha aflição, colocou em minhas mãos o livro Entre a ciência e a sapiência, de Rubens Alves, um escritor, educador, psicanalista e doutor em Filosofia. E vejam só! Numa das crônicas, ele conta a história de uma jovem que, ao fazer sua tese científica, lhe entregou um formulário em que perguntava qual era o método e a teoria usados por ele para escrever suas histórias. Sabem como respondeu? "O pintor espanhol Picasso dizia: 'Eu não procuro. Eu encontro'. As histórias são assim. A gente vai vagabundando, fazendo nada, com uma coceira no pensador. De repente a história chega. Sem teoria, sem método. É só ir para casa e escrever." E foi isso que acabei de fazer. Sentei e escrevi. Acho que o Rubens tem razão, não existe um método para se ter idéias boas. O melhor mesmo é continuar escre¬vendo por prazer. Pelo meu e pelo seu!


Escrever por prazer

Assim que comecei a escrever, escrevia por prazer. Ainda pequena, com dificuldade em segurar o lápis, ia juntando letra com letra até formar palavras. Ah, e como elas eram divertidas! Pronunciadas, tinham som, lidas e pensadas, produziam imagens. Com o tempo, esse meu jogo foi se expandindo e eu podia montar frases e orações. Estas diziam coisas, passavam mensagens, co¬municavam.
Minha mãe conta que o primeiro bilhete que escre¬vi foi para o meu pai. Nós havíamos brigado e eu fica¬ra de castigo. Injuriada, peguei lápis, papel e escrevi com minhas letrinhas, ainda malformadas, todos os pa¬lavrões que sabia! É óbvio que nenhuma professora me ensinara aquilo. Mas eu já dominava o jogo e, pelo som, sabia fazer nascer as letras, as palavras e... por que não os palavrões?
Quando meu pai pegou o papel, ficou estupefato. Que atrevimento! Mas também, puxa, sua filhinha já estava escrevendo. E que palavrões! A briga acabou ali mesmo. É claro que depois ele me explicou: "Menina bonitinha não deveria escrever coisas tão feias". Que escrevesse então coisas belas!
Daí para frente, não parei mais. Vieram as redações no colégio, e a arte de inventar histórias, descrever os lugares, contar os fatos...
Uma verdadeira viagem!
Nos meus diários, podia guardar as boas lembran¬ças do desgaste do tempo, conversar comigo mesma. Com cartas, chegar mais perto de alguém. Cada pala¬vra um sentido, cada sentido um sentimento. Cada sentimento uma emoção. Ah! Aquilo tudo era uma brinca¬deira infinita!
Depois veio um livro, em que eu ousei falar de coisas até então proibidas. Descobri ali a força das palavras, que, além de criarem, podem derrubar con¬ceitos, libertar e fazer crescer.
"Valéria, você escreve com o coração", me disse uma pessoa um dia. E é verdade. Quando escrevo, vem primeiro a vontade de agradar, de chegar perto, de fazer um carinho tocando com as palavras. Quando escrevo, vejo você, quem quer que seja, esse alguém que lê. E assim, como que por magia, acabamos juntos num lugar sem espaço nem tempo. Pois, ainda que eu estivesse morta, quando você lesse esse texto, se daria a união: escritor e leitor. União no universo mental, o universo de dentro. União no universo de todos nós, o de fora.
A certa altura, começaram a me falar das tais técni¬cas e métodos. "Para ser uma verdadeira escritora, pre¬cisa ralar muito... escrever é 10% inspiração e 90% transpiração...". E então eu passava horas quebrando a minha cabeça para no fim conseguir um parágrafo ape¬nas. E, ainda por cima, duro e seco como uma pedra! Cheguei a pegar textos de autores que gosto, como o conto Herbarium, da Lygia Fagundes Telles, e ler só com o intuito de descobrir a tal da técnica. Mas não dá. Ele é tão envolvente que logo na segunda frase só vejo os personagens, os lugares... E aí não tem mais jeito, sou totalmente levada pela emoção. Depois me descabelo, me desespero, pois nunca consigo a tal da técnica!
Até que um dia uma sábia amiga, percebendo mi¬nha aflição, colocou em minhas mãos o livro Entre a ciência e a sapiência, de Rubens Alves, um escritor, educador, psicanalista e doutor em Filosofia. E vejam só! Numa das crônicas, ele conta a história de uma jovem que, ao fazer sua tese científica, lhe entregou um formulário em que perguntava qual era o método e a teoria usados por ele para escrever suas histórias. Sabem como respondeu? "O pintor espanhol Picasso dizia: 'Eu não procuro. Eu encontro'. As histórias são assim. A gente vai vagabundando, fazendo nada, com uma coceira no pensador. De repente a história chega. Sem teoria, sem método. É só ir para casa e escrever." E foi isso que acabei de fazer. Sentei e escrevi. Acho que o Rubens tem razão, não existe um método para se ter idéias boas. O melhor mesmo é continuar escre¬vendo por prazer. Pelo meu e pelo seu!

terça-feira, março 16, 2010


Livros Que Eu Indico

1
Começo agora uma sessão nova: a galera indica e eu posto para a alegria de vocês.
O assunto do dia foi: livros. Eu pedi indicações para a leitura nestas férias .São gostos diferentes e interessantes que pretendo colocar na minha listinha de próximas leituras. As indicações é :
  1. A Cabana, William P. Young: Se Deus é tão poderoso, por que Ele não faz nada para amenizar o nosso sofrimento?
  2. Yargo, Jacqueline Susann: Livro simples e complexo, ficção e romance, tudo ao mesmo tempo. Uma boa história que prende a atenção.
  3. A Sangue Frio, Truman Capote: Narrativa e enfoque jornalístico impecáveis.
  4. A menina que roubava livros: Quando a morte conta uma história você tem que parar para ouvir o.O
  5. O diário de Bridget Jones, Helen Fielding: Quem não se identifica com a visão tragicômica da vida por Mrs. Jones? Super adoro! (AMEI AMEI AMEI)

E a minha indicação de livro é:O diário de Bridget Jones, Helen Fielding , para vocês entrarem logo no clima .


Booa leitura amores ♥


Coláres Fantásticos

0
O colar é uma peça de adorno que possui uma vantagem sobre as outras: pode ser gigante ou pequenino e sempre dar a graça à produção. Como há vários posts por aí de onde você encontra colares legais e NUNCA tem o link de onde você pode comprá-los, prometo fazer uma lista de 10 belezinhas legais e algumas com um preço bacana para você pedir AGORA!
(créditos a Very Jess)

1. Aviãozinho de papel


É fato que os alunos usam muito mais as folhas do caderno para passar bilhetes e fazer aviõezinhos de papel do que deveriam, este objeto é lúdico, sempre foi alvo de divertimento e transformado em um adorno dourado ficou super mega blaster geek! Olha que coisa linda! Preço: 68 dólares (ui!) e você encontra aqui.

2. Tesoura


Em todo lugar você pode encontrar um colar charmoso de tesoura. Mais um adereço geek divertido. Preço: 3,88 dólares. Vantagem: frete grátis! Já testei este site, as bijuterias prestam e demora um pouquinho, mas chega tudo ok. Você o encontra aqui.

3. Flores


Para quem curte artesanato, estas lindas flores com o detalhe xadrez da Vita Colorita bastam para a sua produção! Preço: 15 reais. Vantagem: se você quiser cores diferentes, pode entrar em contato com a vendedora da lojinha. Entrega garantida sem problemas também ;) Você encontra aqui.

4. Relógio


No clima de Alice no País das Maravilhas, a loja online mais fofa AliceDisse apresenta um colar de relógio, dourado e superdelicado. De fato muito lindo! "É tarde! É tarde!" Preço: 89,00. Qualidade e bom gosto de primeira, você encontra aqui.

5. Cerejas


Procurei em muitos lugares, este é o colar de cereja mais lindo que vi por aí. Delicado, com strass, um verdadeiro objeto de desejo. Este é da lojinha da Lia, a PixieDust. Preço: 36,00 e você encontra aqui.

6. Pokébola


Geek mode on: para quem Pokémon nunca irá acabar, um adorno delicado e ótimo para usar no dia a dia e revelar seu Nerd Pride. Preço: 8 dólares + 3,50 de frete. Vantagem: sem ter que simular nada, você já sabe quanto pagará de frete em qualquer produto. Fiz uma compra-teste, quando chegar, conto se está tudo ok. Você encontra aqui.

7. Lacinho


Praticamente uma gravata borboleta, este lacinho delicado dá alegria à qualquer produção. Não gostou da cor ou da estampa? Fale com a Vanessa, é uma vendedora muito fofa e faz como você quiser, os produtos são de qualidade (já comprei). Preço: 5 reais e o frete é grátis!! Você encontra aqui.

8. Gameboy


Acessório retro, feito de material acrílico. No site tem outros divertidos com temas de Pac-man, Mario, etc. Vale a pena dar uma olhada. Preço: 21 reais. Você encontra aqui.

9. Cupcake


Um dos itens mais desejados, fofos e delicados. Este foi o mais barato que encontrei pelos sites, barato e bonito. Preço: 15 reais. Você encontra aqui.

10. Nerd


Com todo o respeito às moças que gostam de escrever o nome em gargantilhas, mas ainda fico no conceito de: qualquer um sabe seu nome, fácil, ou com aquela impressão de coleira. Mas, todavia, porém, ainda acho lindo. Este traz o conceito nerd, de maneira delicada, ótimo para o dia a dia. Preço: 54,50 dólares (morreu? Eu tb!) porém o frete é grátis. Você encontra aqui

segunda-feira, março 01, 2010


Mensagem do dia *-*

2
Porque sou uma garota
É impossível entender o que acontece com o coração dos homens
Você disse que me queria e agora que dei tudo pra você,
Você me diz que está partindo
Você me disse que era a primeira vez que se sentia dessa maneira,
E disse que eu era especial
Eu acreditei em você...e essa foi minha felicidade
Você deveria ter me falado que seus sentimentos haviam apagado
Eu não fazia idéia, e continuo dependendo de você
Embora eu diga que te odeio agora
Vou sentir falta de você
Porque sou uma garota, para quem amar é tudo
Eles dizem que se você der tudo que um homem quer
Ele se cansará de você rapidamente
E agora sei que essa é a verdade
E embora eu diga a mim mesma
Eu não irei me enganar por amor novamente
Eu me apaixono, e meu coração é quebrado novamente
Por favor não quebre os corações das garotas
Pra quem amar é tudo...
Eu não sabia que vivendo essa vida amando seria tão difícil
Embora eu diga que te odeio agora
Vou sentir falta de você
Porque sou uma garota, para quem amar é tudo
Conversa:
Hoje nós terminamos
Você me disse pra conhecer alguém melhor que você,
E ser feliz...
Você é igual a todos os outros caras
O que aconteceu quando você dizia que me amava
Honestamente, Eu não quero você pra ser feliz
O que eu irei fazer se você realmente me esquecer?
Eu estou em tanta dor, mais dor do que eu posso
Porque ainda estou amando você
Por favor não quebre os corações das garotas
Pra quem amar é tudo...
Eu não sabia que vivendo essa vida amando seria tão difícil
Embora eu diga que te odeio agora
Vou sentir falta de você
Porque sou uma garota, para quem amar é tudo.





muitooo profundo :$

Besteirinhas Fáceis e Rapidas e gostosas de comer!

3
BRIGADEIRÃO CREMOSO EM MICROONDAS:

fasso sempre ! é muiiiiitooo deliciooso ainda mais comer do ladinho de uma pessoiinha especial fika mais gostoso aiinda *--* experementem!

temos vários tipos de brigadeiros,
o meu é hiper fácil msm' HAHA tipo...
oque prescizamos é de:
-uma lata ou caixa tanto faz de leite condensado (se for o caso de 2 pessoas) se for mais eu sugiro mais uma lata ¬¬'

-2 colheres de sopa de achocolatado em pó...

então o modo que eu preparo é o seguinte: misturo td bem em um recipiente
e vo mechendo mechendo mechendo ... ahuiheuohiua até misturar bem
ai coloco por 3 minutos no microondas e depois coloco na geladeira durante uns 10 minutinhos
ee estar prontinhoo!
é só pegar um filmiinho e companhar o brigadeiro *--* fácil não?!
mais temos outra foorma de faser assim :

Ingredientes:
3 ovos
1 xícara de chocolate em pó (NESCAU)
1 colher de manteiga
1 lata de leite condensado
1 lata de creme de leite sem soro
(chocolate granulado para enfeitar, a gosto)

Modo de fazer:
Bata todos os ingredientes no liquidificador, unte uma forma com manteiga para que possa levá-la ao microondas por 7 minutos na potência 10 (alta), espere esfriar, desenforme e decore com chocolate granulado. Leve à geladeira e sirva bem gelado.



PÃO RECHEADO FÁCIL:



Ingredientes:
Pão:
3 xícaras de trigo
1 iogurte natural
3 colheres de óleo
3 colheres de água morna
1 tablete de fermento para pão
1 colher (de sobremesa) de açúcar
1 colher (de café) de sal

Recheio:
muzzarela
tomate
orégano

Modo de preparar:
Sove tudo, se necessário um pouquinho de água ou um pouquinho mais de farinha para dar a liga necessária de pão.
Abrir com um rolo e rechear de muzzarela, tomate, orégano.
Enrolar, pincelar com gema e assar em 180 graus.
Pode-se rechear também com frango, carne moída ou se quiser doce, recheie com goiabada, doce de leite, etc...


mousse de maracujá

  • Ingredientes
  • 1 lata de leite condensado
  • 1 lada de creme de leite
  • 1 lata de suco de maracujá concentrado
  • 1 xícara de açúcar
  • 1/2 xícara de água
  • 2 maracujás (polpa)
Modo de Preparo
  1. Bata no liquidificador a lata de leite condensado, o creme de leite e o suco de maracujá concentrado
  2. Colocar em uma refratário (para servir) e deixar na geladeira até ficar bem geladinho (ou no congelador se precisar para o mesmo dia)
  3. Junte o açúcar, a água e o maracujá em uma panela e deixe ferver até ficar em ponto de fio
  4. Quando esfriar coloque em cima da mousse
Sorvete Americanoo (adoooooooooooooooooro)
  • Ingredientes
  • 6 colheres (sopa) de achocolatado
  • 6 colheres (sopa) de leite
  • 4 ovos
  • 1 lata de leite condensado
  • 1 litro e meio de leite
  • 8 colheres (sopa) de açúcar
  • 1 lata de creme de leite sem soro
  • Modo de Preparo
  1. Misture bem o achocolatado juntamente com as 6 colheres de leite
  2. Coloque em uma fôrma de buraco e leve ao congelador
    1º creme:
  1. Em uma panela coloca as gemas, o leite condensado e o leite
  2. Leve tudo ao fogo para engrossar
  3. Deixe esfriar e bate no liquidificador
    2º creme:
  1. Numa vasilha bata as claras em neve e o açúcar até obter consistência de suspiro
  2. Misture o creme de leite e mexa devagar para não perder o suspiro
  3. Misture os dois cremes e coloque na forma
  4. Leve novamente ao congelador por volta de 6 horas
Pudim de sorvete

Ingredientes:
1 lata de leite condensado
2 vezes a mesma medida de leite
4 ovos
1 lata de creme-de-leite
5 colheres(sopa) de açucar


  • Modo de Preparo
  1. Em uma panela coloque o leite condensado, o leite e as gemas
  2. Levar ao fogo sem levantar fervura
  3. Quando esfriar acrescente o creme-de-leite sem o soro, reserve
  4. Bater as claras com o açúcar na batedeira em ponto de suspiro
  5. Acrescente esse suspiro no creme reservado
  6. Coloque em forma para pudim untada com uma calda de chocolate de sua preferência leve ao freezer por 6 horas ou mais dependendo do seu freezer, retire e espere uns minutinhos para desenformar
  7. Se quiser jogue mais calda, sirva á seguir
Sorvete de chocolate crocante
  • Ingredientes
  • 1 lata de leite condensado
  • 1 1/2 a mesma medida da lata de leite
  • 1 tablete de 250 grs. de chocolate meio amargo derretido
  • 1 xícara (chá) de nozes moídas

  • Modo de Preparo
  1. Bata todos os ingredientes com metade das nozes na batedeira por 10 minutos
  2. Desligue e coloque o restante das nozes, misture delicadamente com uma colher
  3. Leve a geladeira por 6 horas, retire e leve ao congelador
  4. SUGESTÃO:
  5. Sirva com folhinhas de hortelã


Maais receitinhas? comente e fassa seu pedido..